Rejane de Oliveira ponderou que, em última hipótese, é preciso promover uma reforma estatutária e ainda analisar a legalidade da medida, já que a Constituição garante o direito à livre associação sindical. A intenção é priorizar as mobilizações anteriores à assembleia programada para o início do ano letivo de 2012.
Nesta segunda-feira, a direção do Cpers volta a se reunir à tarde e, para dia oito, está marcado um ato estadual. O local ainda não foi definido. A secretária adjunta, Maria Eulália Nascimento, disse ter dúvidas de que a cúpula do Cpers adote processos de desfiliação, já que o espírito democrático é baseado no respeito às diferenças de pontos de vista.