Um encontro ocorrido, no início da semana, na Corregedoria-Geral da Justiça do Rio Grande do Sul, definiu que o monitoramento eletrônico de presos, por meio de tornozeleiras, vai se restringir, de início, aos detentos em regime de prisão domiciliar. Participaram da reunião o Juiz-Corregedor Coordenador, Márcio André Keppler Fraga, representantes do Ministério Público, da Secretaria de Ciência e Tecnologia, da Procergs e da Susepe, além da Secretária-Geral de Governo, Ana Pellini. Segundo o Juiz Márcio Fraga, é preciso dominar a tecnologia disponível para, só depois, ampliar o monitoramento. Uma nova reunião, com as empresas que atuam no setor, foi marcada para o início de março.
Presos domiciliares devem ser os primeiros a testar tornozeleiras no Estado
Nova reunião sobre o assunto ocorre em março