Contrapartida ao Novo Código de Limpeza Urbana de Porto Alegre, que desde janeiro do ano passado multa em até R$ 5 mil quem descartar lixo irregularmente, a instalação de 5 mil lixeiras do tipo bolinha, semelhantes às que já existem na cidade, está sem prazo para começar. Uma das 16 empresas que apresentou proposta para a colocação dos equipamentos questionou parte da documentação exigida pelo edital. Com isso, o processo está em análise no jurídico do Departamento Municipal de Limpeza (DMLU).
A contratação era prevista para novembro e a instalação para a partir de janeiro. Com a contestação, o DMLU derrubou todos os prazos do cronograma.
O preço individual máximo por lixeira, conforme o edital, é de R$ 300 e o valor máximo de instalação, de mais R$ 56. O custo da Prefeitura vai ser de R$ 1,7 milhão no contrato com a vencedora.
Atualmente, há cerca de 6 mil lixeiras instaladas na cidade. A Divisão de Limpeza e Coleta deve finalizar em dezembro um estudo para definir onde instalar o novo lote. Entre as novas, duas mil vão substituir cestos danificados. Os equipamentos devem ser usados apenas para o descarte de lixo de pequeno porte.
Prevista como contrapartida, instalação de lixeiras fica sem prazo em Porto Alegre
Com a contestação de uma das concorrentes, DMLU derrubou todos os prazos do cronograma