Ainda não há data para o lançamento da licitação, que vai ocorrer "em breve", de acordo com nota enviada à reportagem pela assessoria de Tutikian. Em relação ao atraso para ínício, a justificativa é de que o projeto é “mais profundo do que se imaginava inicialmente”. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) examina 4,5 mil itens da proposta. Somente depois do resultado dessa análise será aberta a licitação que vai definir a empresa que vai fazer a obra. Ainda nesta semana serão entregues novas respostas a questionamentos do TCE. Não foi detalhado o conteúdo do documento.
O encontro foi organizado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil no Rio Grande do Sul (IAB/RS). A escolha do ex-governador do Paraná, por duas gestões, e ex-prefeito de Curitiba, também por dois mandatos, é questionada pela representação. A prefeitura sustenta que o "notório saber" do urbanista justifica a escolha.
O IAB também denunciou que, no projeto, não há integração da orla revitalizada com o sistema de transporte público. O presidente da representação Tiago Holzmann da Silva disse que a falta de previsão obriga que se construam estacionamentos em locais que servem de recreação. Um dos espaços cogitados para guardar veículos é a Praça Júlio Mesquita. Para Silva, o estacionamento da Câmara de Vereadores pode ser utilizado nos finais de semana, evitando, assim, o uso da praça.