Na quarta-feira a empresa divulgou que não irá mais realizar a rota a partir do dia 2 de julho. Na quinta-feira, o Procon deu prazo de 48 horas para que fossem prestados esclarecimentos aos passageiros afetados sobre acomodação em outros voos ou ressarcimento financeiro.
A diretora executiva do órgão, Flávia do Canto Pereira, explica que a consumidora que formalizou a reclamação não foi contatada pela TAM e nem o Procon. Assim, o processo será aberto e uma cópia encaminhada à companhia, que terá 10 dias para apresentar defesa.
Após, Flávia irá analisar a documentação e definir o valor da multa a ser aplicada, que leva em conta o dano causado e o faturamento mensal da empresa para chegar a um valor. Outras medidas podem ser tomadas, como suspensão de voos e trajetos, em caso de reincidência, por exemplo.
A TAM se manifestou através de nota em que "esclarece que foi notificada pelo Procon de Porto Alegre e prestará as informações necessárias ao órgão", sem informar, porém, o prazo em que cumprirá a determinação.