Conforme ele, os dois estabelecimentos – um na avenida Aureliano de Figueiredo Pinto e outro na rua Carazinho – ficarão fechados por sete dias. No primeiro, os processos somaram quase R$ 1 milhão. Já no supermercado do bairro Petrópolis, a multa foi de R$ 341 mil. “Se quiseram abrir antes do prazo, podem usar o critério de doação em produtos para o Hospital de Pronto Socorro (HPS) no valor de R$ 900 mil, mas isso não isenta a multa”, explicou.
Ribeiro disse que as reclamações sobre a rede são frequentes e o Procon nem mesmo tem o número exato de denúncias. Desde 2010, foram 47 autos de infração contra a empresa. Uma das irregularidades mais comuns era o registro de preço errado. “A maioria dos consumidores não se atenta disso, mas a prática reverte em lucro ilícito para a empresa”, destacou.
Por meio de nota, a WalMart, proprietária do Nacional Supermercados, informou que reitera o compromisso com a segurança alimentar e com a qualidade da experiência de compra dos clientes. “A empresa informa que está em contato com as autoridades fiscalizadoras e tomando todas as providências cabíveis para o caso”, disse o texto.