A princípio, as operadoras TIM e Claro cumpriram o que foi determinado pelo órgão municipal para melhorar o serviço de telefonia móvel. Entre os pedidos solicitados e que foram atendidos está a contrapropaganda pelo período de dez dias a partir desta sexta-feira e o desconto nas faturas dos clientes que ficarem sem serviço de internet ou telefone por mais de duas horas.
Diretores da Vivo também se reuniram com a diretora do Procon de Porto Alegre, Flávia Pereira do Canto, para tratar do assunto, mas não apresentaram uma proposta para ressarcir os clientes, portanto, a operadora segue proibida de comercializar em Porto Alegre. A Oi, que está proibida pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) de vender chips no Rio Grande do Sul, não compareceu ao encontro. A Anatel também restringiu a venda das operadoras Tim e Claro em vários estados do Brasil, até que apresentem planos de investimentos e resolvam todas as demandas de clientes em seus call centers em até 30 dias.
As vendas na Capital estavam suspensas desde segunda-feira, quando foi expedida uma notificação do Procon. Por causa do grande número de reclamações pela dificuldade de sinal, o órgão proibiu as operadoras de vender novas habilitações de telefones móveis pré e pós pagos na cidade, além de serviços de internet móvel. Seguindo esse exemplo, o Procon do Estado notificou as empresas da mesma forma e espera explicações dos dirigentes sobre as áreas com problemas de serviços até o início da próxima semana.
Com informações da repórter Samantha Klein