A entidade de defesa admite ajustes, mas garante que o direito à informação sobre a cobertura e o ressarcimento dos clientes que ficarem sem serviço não serão removidos do documento. O investimento em infraestrutura e os repasses para educação para o consumo também serão mantidos, segundo o diretor Cristiano Aquino. “Precisamos ter adequações técnicas e se precisarmos mudar o TAC, o faremos”.
Presidente do sindicato nacional das operadoras, Eduardo Levy explica que, sem alterações, era difícil obedecer às medidas na íntegra. “Nós não teríamos condições de evoluir nos termos do contrato e nos meados da semana que vem poderemos ter um bom termo”.
A assinatura do termo não vai liberar as vendas da Oi, já que a suspensão foi determinada pela Anatel no Rio Grande do Sul e mais quatro estados. Na semana passada, a operadora entregou um plano de ação e investimento, mas a agência solicitou alterações que devem ser feitas nesta semana.