O diretor do Sinpro/RS, Marcos Fuhr, afirma que os integrantes da câmara de educação superior são intransigentes nas negociações mantendo as propostas salariais somente do percentual da inflação sobre o valor atual do peso da categoria e completa que o mínimo aceitável são os 8%, sem maiores negociações, além do avanço da proposta patronal. Caso as reivindicações não sejam aceitas, as manifestações serão intensificadas.
Está agendada reunião entre o Sinpro/RS e a câmera de educação superior para a próxima terça-feira a tarde. A primeira rodada, em 1º de abril, não surtiu o efeito esperado pela categoria. O pedido é de 8% no reajuste do salário, limitação do número de alunos por turma, regulamentação do trabalho extra classe, preservação do direito ao descanso, equiparação da hora/aula na educação básica e regulamentação das atividades docentes extra aula.