O sindicato avaliou o movimento docente que ocorre em todo o País e já envolve pelo menos 44 instituições federais de ensino superior, incluindo a Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e a Universidade Federal do Pampa (Unipampa). Entre as reivindicações da categoria, estão a reestruturação do plano de carreira, conforme previa um acordo firmado no ano passado com o governo federal, além da incorporação de gratificações ao salário.
No caso da Furg, até mesmo os alunos anunciaram greve em apoio aos professores e, ainda, para exigir melhoras no ensino. Em torno de 70 estudantes participam do protesto no saguão da reitoria, localizado no Campus Carreiros, enquanto outros passam pelos pavilhões buscando sensibilizar colegas e professores que não aderiram à greve para se juntarem ao movimento.
Já os sindicatos de professores das duas federais com sede em Porto Alegre - a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) já garantiram que não existe possibilidade de aderir às paralisações, pelo menos até 3 de junho.