A entidade, que representa a maior parte dos professores de 57 universidades que entraram em greve em maio, além dos institutos federais, rejeitou a proposta do Ministério do Planejamento, que prevê reajustes entre 20% e 45% em três anos. Conforme a entidade, 52 universidades se mantêm paralisadas. No fim de semana, os professores devem deliberar sobre os rumos do movimento.
Apesar da rejeição, todos os professores federais do País serão contemplados pelo reajuste proposto, a ser incluído na previsão de gastos do Orçamento 2013. O projeto deve ser encaminhado ao Congresso até o fim do dia.
No dia 3 de agosto, o governo assinou acordo com a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes). No Rio Grande do Sul, as universidades federais do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) decidiram encerrar a paralisação no dia 6. A maior parte dos professores das instituições é ligada ao Sindicato dos Professores das Instituições Federais do Ensino Superior de Porto Alegre (ADufrgs), ligado ao Proifes.