O chefe de gabinete da secretaria, Lieverson Perin, ressaltou que os repasses de recursos não foram feitos por descumprimento da prestação de contas por parte da Faespe. “Tenho R$ 300 mil reservados para repassar, mas para receber os recursos a fundação necessita apresentar guias de recolhimento de FGTS e INSS dos funcionários referentes ao mês de novembro”, explicou. Perin afirmou que a Faespe já foi notificada a regularizar a situação ainda em meados de janeiro e que até agora não se manifestou. Os professores reivindicam ainda o pagamento das multas por atrasos, reajuste de 50% no valor das diárias, atualização do FGTS e esclarecimentos sobre descontos.
Professores e funcionários do ProJovem decidem paralisar atividades na Capital
Trabalhadores reclamam de atraso no pagamento de salários
Os 57 professores e os 40 funcionários do ProJovem Urbano de Porto Alegre decidiram, em assembleia realizada na sede do Sindicato dos Professores de Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro), paralisar as atividades a partir desta quinta-feira em protesto contra a falta de condições de trabalho e atrasos de pagamento dos salários de dezembro e do 13º. Os servidores são contratados para o atendimento de 400 jovens de baixa renda, com idades entre 18 e 29 anos, mediante convênio entre a Fundação de Apoio à Educação, Pesquisa e Extensão da Unisul (Faespe), mantenedora do ProJovem Urbano, e a Secretaria Municipal da Juventude.
O chefe de gabinete da secretaria, Lieverson Perin, ressaltou que os repasses de recursos não foram feitos por descumprimento da prestação de contas por parte da Faespe. “Tenho R$ 300 mil reservados para repassar, mas para receber os recursos a fundação necessita apresentar guias de recolhimento de FGTS e INSS dos funcionários referentes ao mês de novembro”, explicou. Perin afirmou que a Faespe já foi notificada a regularizar a situação ainda em meados de janeiro e que até agora não se manifestou. Os professores reivindicam ainda o pagamento das multas por atrasos, reajuste de 50% no valor das diárias, atualização do FGTS e esclarecimentos sobre descontos.
O chefe de gabinete da secretaria, Lieverson Perin, ressaltou que os repasses de recursos não foram feitos por descumprimento da prestação de contas por parte da Faespe. “Tenho R$ 300 mil reservados para repassar, mas para receber os recursos a fundação necessita apresentar guias de recolhimento de FGTS e INSS dos funcionários referentes ao mês de novembro”, explicou. Perin afirmou que a Faespe já foi notificada a regularizar a situação ainda em meados de janeiro e que até agora não se manifestou. Os professores reivindicam ainda o pagamento das multas por atrasos, reajuste de 50% no valor das diárias, atualização do FGTS e esclarecimentos sobre descontos.