Entre as reivindicações está o reajuste nos salários pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que é cerca de 4,72%, mais 10% de aumento real – totalizando 14,72%. O índice total é similar ao reajuste sobre os salários mínimos nacional e estadual, explicou o diretor do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do RS (Sinpro/RS), Celso Stefanoski.
Além disso, eles pedem férias no período de janeiro ou fevereiro. Isso porque as escolas de educação infantil funcionam ininterruptamente durante todo o ano. Assim, as escolas poderiam fazer escalas de revezamento neste período. Já em julho, os trabalhadores pedem recesso de sete dias. Os professores pedem ainda plano de saúde com participação das escolas e ampliação do adicional por tempo de serviço de 3% para 5% a cada quatro anos.
Segundo o diretor, as medidas reforçam a importância da valorização da categoria. Ele reforçou que os profissionais atuam na base da formação educacional dos alunos, mas que ficam sem o reconhecimento devido. De acordo com Stefanoski, essas reivindicações atendem às necessidades primordiais de trabalho dos docentes. A data-base da categoria ocorre em 1º de maio.