A presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, foi recebida na porta do saguão do Piratini e garantiu uma audiência com um representante da Casa Civil. O encontro será às 10h de sexta-feira no auditório da Procergs. De acordo com o Cpers, o projeto do governador Tarso Genro incluindo professores e funcionários de escolas que ficaram de fora do Plano de Carreira, criado no governo Olívio Dutra, em 2000, não contemplou 205 trabalhadores em educação. Esses servidores, de acordo com o sindicato, atuaram em escolas, mas hoje são cedidos a outros órgãos do Executivo estadual.
Professores ligados ao Cpers protestam em frente ao Palácio Piratini
Audiência com o governo para tratar de projeto de lei foi marcada para sexta-feira
Dezenas de professores ligados ao Cpers-Sindicato bloquearam a entrada principal do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho no Centro de Porto Alegre, na tarde desta terça-feira. O ato é contra o adiamento da votação do projeto de lei PL 267/11, na Assembleia Legislativa que que trata sobre o plano de carreira dos servidores que trabalham em escolas. A matéria é negociada com o governo desde o ano passado.
A presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, foi recebida na porta do saguão do Piratini e garantiu uma audiência com um representante da Casa Civil. O encontro será às 10h de sexta-feira no auditório da Procergs. De acordo com o Cpers, o projeto do governador Tarso Genro incluindo professores e funcionários de escolas que ficaram de fora do Plano de Carreira, criado no governo Olívio Dutra, em 2000, não contemplou 205 trabalhadores em educação. Esses servidores, de acordo com o sindicato, atuaram em escolas, mas hoje são cedidos a outros órgãos do Executivo estadual.
A presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, foi recebida na porta do saguão do Piratini e garantiu uma audiência com um representante da Casa Civil. O encontro será às 10h de sexta-feira no auditório da Procergs. De acordo com o Cpers, o projeto do governador Tarso Genro incluindo professores e funcionários de escolas que ficaram de fora do Plano de Carreira, criado no governo Olívio Dutra, em 2000, não contemplou 205 trabalhadores em educação. Esses servidores, de acordo com o sindicato, atuaram em escolas, mas hoje são cedidos a outros órgãos do Executivo estadual.