Segundo ela, os professores pretendem realizar uma vigília na Assembleia Legislativa e enviar mensagens aos deputados para que o projeto do governo do Estado que prevê o parcelamento não seja votado no legislativo gaúcho. “Vamos paralisar por ocasião da votação na Assembleia dos projetos de interesse da categoria e faremos um ato público na mesma data”, comenta. Para Rejane, é uma vergonha um governo propor o parcelamento em três vezes do índice de 28,98% - novembro de 2013 e maio e novembro de 2014. O magistério pretende realizar uma paralisação no dia 14 de dezembro.
De acordo com Rejane, o Rio Grande do Sul, na questão educacional, convive com um governo à margem da lei. No prédio da Assembleia Legislativa, os educadores colocaram cartazes com as seguintes mensagens: “professor não mente. Resposta nas urnas para governador e deputados. Uma outra elogiava o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa: “Obrigado ministro por reconhecer o piso”. A categoria pediu também a realização de novo concurso público para professores e funcionários e o aproveitamento dos contratados que estão, segundo Rejane, sendo substituídos por nomeações.