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Professores mantêm a greve na UFSM

Categoria decidiu radicalizar o movimento em assembleia geral

Os professores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) decidiram por manter a greve e radicalizar as ações, especialmente em Brasília, como forma de pressionar o governo. Dos 70 presentes na assembleia, 56 votaram pela continuidade do movimento, nove votaram contra e um se absteve. O grupo é filiado ao Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes).

Em uma carta enviada aos reitores, o governo federal deixou claro, porém, que a negociação com os professores grevistas acabou. Pela proposta, os professores terão aumento salarial entre 25% e 40% até 2015 e um plano de carreira com 13 níveis, em vez dos 17 inicialmente sugeridos. O Ministério do Planejamento deve enviar ao Congresso, até o fim do mês, na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), a proposta de reestruturação da carreira, com impacto de R$ 4,2 bilhões na folha de pagamento da União.

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