Os professores que se reuniram, nesta sexta-feira, no Gigantinho em Porto Alegre, realizaram uma caminhada do local da assembleia até o Palácio Piratini. O Cpers/Sindicato rejeitou a proposta do governo de R$ 1,5 mil como piso emergencial para a categoria. Os professores afirmam que não querem mais tratar sobre o assunto com o secretário da pasta Ervino Deon, mas devido às obras de reforma da sede do Executivo, a governadora Yeda Crusius trabalha no 11º andar do Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF). O governo deve enviar uma contraproposta de reajuste à Assembleia Legislativa.
A categoria percorreu as avenidas Padre Cacique, Borges de Medeiros e Jerônimo Coelho até o Piratini. Essas vias ficaram bloqueadas no sentido Bairro-Centro. Agora, os professores fazem manifestação no local.
O Cpers/Sindicato pede a compensação de 23,14% para reposição das perdas salariais. O secretário da Educação, havia dito ontem que o reajuste proposto pelos professores é inviável. Afirmou também que o governo está disposto a ceder e elaborar em conjunto um plano de carreira e negociar um piso com a categoria.
Professores querem discutir salários, mas governadora está no Centro Administrativo
Magistério rejeitou proposta do Executivo