A Secretaria Estadual da Saúde (SES), no entanto, reforça que as pessoas, para receberem a vacina contra a gripe, têm que necessariamente figurar na lista do público-alvo, formado por crianças de seis meses a menores de dois anos, gestantes, mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias, pessoas com 60 anos ou portadores de doenças crônicas. Além disso, a lista é composta por profissionais da saúde, indígenas e presidiários.
Os grupos prioritários foram identificados com base em dados epidemiológicos do Ministério da Saúde, conforme a coordenadora estadual do Programa de Imunizações da Secretaria Estadual da Saúde (SES), Tani Ranieri. Segundo ela, são pessoas que correm mais risco de serem infectadas e, até mesmo, de o quadro evoluir para óbito. “Não é porque estou em um ônibus lotado, em uma sala de aula ou em um escritório com outras pessoas, que tenho que fazer a vacina”, pondera.
Ela informa que o Ministério da Saúde ampliou este ano a lista dos grupos vulneráveis, com mulheres que deram à luz nos últimos 45 dias. Porém, ela defende a proposta de inclusão de crianças entre 5 e 7 anos no calendário de imunização. “Com a vacinação das crianças, estaríamos diminuindo em 60% e 70% a ocorrência de casos de gripe em adultos”, ressalta.