Além disso, foram colocados no caldeirão temas como o “falso piso, o desmonte do ensino médio e a intransigência do governador Tarso Genro, que não dialoga com a categoria". Segundo a diretora do 39º Núcleo, Marly Cambraia, o ato integra o calendário de mobilizações a favor da valorização da educação no Estado. Ela explicou que essas são algumas questões que a população precisa tomar conhecimento.
A ideia, segundo a diretora, é não deixar que o debate seja esquecido. Em relação ao piso, por exemplo, ela lembrou que o governo vendeu uma falsa ideia, dizendo que o está cumprindo, quando na verdade é o contrário. “Na prática, o piso vale R$ 1.451 para 40 horas semanais. Porém, em fevereiro de 2013, depois de todos os reajustes, a categoria estará recebendo R$ 488,52 por 20 horas. Isso significa que não chegará nem perto do valor real do piso”, explicou.
Na próxima semana também serão promovidas novas manifestações. Na quarta-feira, professores farão atos em frentes às escolas. No dia 4 de maio, toda a categoria estará reunida em uma assembleia geral no Gigantinho. No dia 6 está prevista a Marcha da Educação.