Os professores que se reuniram, nesta sexta-feira, no Gigantinho em Porto Alegre, rejeitaram a proposta do governo de R$ 1,5 mil como piso emergencial para a categoria. Eles realizam caminhada até o Centro de Porto Alegre. Eles passaram pela avenida Padre Cacique e seguem pela Borges de Medeiros e Jerônimo Coelho até o Palácio Piratini. Essas vias estão bloqueadas no sentido Bairro-Centro. Alguns pontos da região central já apresentam problemas no tráfego em função do protesto.
A alternativa para os motoristas que se dirigem ao bairro é a avenida José de Alencar. Para quem vai no sentido contrário, a Edvaldo Pereira Paiva é o melhor caminho, segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
O Cpers/Sindicato pede a compensação de 23,14% para reposição das perdas salariais. O secretário da Educação, Ervino Deon, havia dito ontem que o reajuste proposto pelos professores é inviável. Afirmou também que o governo está disposto a ceder e elaborar em conjunto um plano de carreira e negociar um piso com a categoria.
Professores rejeitam proposta do governo e fazem caminhada até o Centro
Sugestão era de um piso emergencial de R$ 1,5 mil