O atendimento é mantido pelo número mínimo de servidores que a lei exige durante greve, mas só são recebidos casos graves. Consultas terão que ser reagendadas.
De acordo com a diretora do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre, Carmen Padilha, os principais pontos de reivindicação são o pagamento de insalubridade em grau máximo e igual a todos os servidores da saúde, que hoje têm escalonamento; a contratação de novos servidores via concurso público; e nomeação de aprovados para cobrir as deficiências. A diretora cita o HPS, onde há uma defasagem de 240 profissionais. Outra preocupação é com a substituição dos auxiliares de enfermagem por técnicos em enfermagem, exigência legal, já que a primeira categoria foi extinta.