A ampliação recebeu parecer favorável na sessão de comissões conjuntas da Câmara no fim da tarde desta quarta. Enquanto a matéria era debatida, a instituição informava que estava com a emergência lotada, atendendo apenas os casos mais graves.
O projeto foi reprovado pela Prefeitura da Capital porque compromete esteticamente a cidade mudando a atual fachada do hospital. Além disso, o número de vagas para carros foi considerado insuficiente, requisitos previstos em lei municipal. A explicação da equipe de Licenciamento e Regularização Fundiária é que a Câmara de Vereadores pode viabilizar a construção criando uma exceção para o caso.
O corte de cerca de 200 árvores, onde atualmente funciona o chamado estacionamento redondo do atual prédio, não foi um empecilho. Isso porque pode ser compensada a derrubada dos vegetais, considerados exóticos (que não são típicos da região). Os investimentos atingem R$ 408 milhões em quatro anos de execução.