“Levando em consideração que os policiais receberam a conquista da aposentadoria especial, além de ampliação de 1,5 mil vagas para promoção, eles tiveram um conjunto de conquistas. A proposta, comparada a outros poderes, é melhor”, garantiu Pestana. Sobre o calendário de reajuste reivindicado pela categoria, o chefe da Casa Civil indicou que não será possível incluí-lo na negociação. “Dependemos da economia e da arrecadação do Estado. Quando se assume um calendário, se assume um compromisso. Por essa razão, temos uma dificuldade. Talvez, no início do ano que vem, teremos mais noção de como a receita vai se comportar”, justificou.
Nesta sexta-feira, o governo volta a negociar com os cabos e soldados da polícia militar. Desde o mês passado, uma série de protestos, atribuída a policiais militares, ocorre no Estado. Diversas estradas e ruas da Capital e do interior foram interrompidas com pneus queimados. A categoria rejeitou a proposta anterior apresentada pelo governo e pediu aos manifestantes que suspendam o bloqueio de rodovias. O governo chegou a afirmar que não apresentaria novo índice caso os protestos continuassem.