As confirmações de participantes ainda são pequenas, em comparação aos protestos de junho do ano passado, e não está claro se as manifestações serão capazes de levar milhares de pessoas às ruas. No entanto, o subcomandante da Brigada Militar, Silanus Mello, informou que a instituição fará o acompanhamento do protesto em Porto Alegre. Ainda foram marcados atos em mais de 30 cidades do país, incluindo outras capitais, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Recife. Segundo a página na internet, essa será a primeira de uma série de manifestações neste ano.
Segundo Matheus Gomes, integrante da coordenação do Bloco de Luta pelo Transporte, o grupo não apoia a mobilização que será realizada neste sábado na Capital. “Não mantemos contato com este grupo e não vamos participar da manifestação. A nossa luta é pela redução da passagem e pelo transporte gratuito para desempregados, estudantes, quilombolas e indígenas”, destacou. Conforme Gomes, o Bloco de Luta contesta as remoções de famílias para a realização de obras para o mundial de seleções e o fato da maior parte do dinheiro público ser investido em estádios e não na educação, na saúde e na qualidade de vida da população brasileira.