Os funcionários da Carris exigem uma ação mais dura da polícia para coibir os assaltos, que acontecem principalmente durante a noite e o período da manhã. Segundo Afonso, nos últimos 30 dias, somente essa linha sofreu 32 ataques. “No mínimo, um assalto por dia é rotina”, lamentou Martins. A maioria dos casos é registrada na avenida Antônio de Carvalho. Por isso, parte dos rodoviários já cogita suspender as paradas nesse trecho.
Com o protesto, os coletivos seguem estacionados no terminal do Barra Shopping Sul, e no fim da linha, no Hospital Cristo Redentor.
No fim de junho, os rodoviários realizaram protesto semelhante quando decidiram paralisar, além do T4, as linhas T3 T8, T10, D43, Campus Ipiranga e Ipiranga-PUC. Nessas linhas, também há alta incidência de assaltos, conforme a categoria.
A previsão é que a paralisação termine às 19h30min.