* Com informações de Jonathas Costa de O Alvoradense
Aproximadamente uma hora depois de iniciar o protesto por mais segurança no transporte coletivo em Alvorada, os cerca de 50 rodoviários do município e representantes de sindicatos da Região Metropolitana encerraram a manifestação de forma pacífica. O grupo fez uma caminhada pela avenida Getúlio Vargas, a partir da esquina com a rua Noruega, no bairro Bela Vista, até a ponte que faz limite com Porto Alegre.
Como apenas veículos leves passavam por uma das pistas da avenida no sentido Alvorada–Porto Alegre e os ônibus seguiam atrás da caminhada, em uma velocidade média de 5 km/h, um congestionamento de alguns quilômetros se formou na região. Quando os manifestantes chegaram à ponte limite com Porto Alegre, as duas pistas da Getúlio Vargas foram bloqueadas por cinco minutos. Após gritar frases como “Justiça” e “Queremos mais segurança” o protesto foi encerrado.
Não está programada mais nenhuma manifestação como a desta terça-feira. Nem mesmo nesta quarta-feira, quando ocorrerá uma paralisação nacional organizada pela Central Única dos Trabalhadores contra a terceirização das atividades em empresas, os rodoviários planejam novo protesto.
O movimento desta terça-feira foi motivado pela morte do cobrador Renan Cazulke, de 28 anos. Ele foi abordado por dois homens e teria se negado a passar o celular. Em seguida, o funcionário da Soul foi alvejado por dois disparos na altura do peito. Cazulke ainda foi encaminhado consciente ao Hospital Cristo Redentor, em Porto Alegre, mas não resistiu aos ferimentos.
Protesto de rodoviários complica trânsito em Alvorada
Em caminhada, categoria reivindicou mais segurança