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Protesto de servidores volta a suspender emissão de carteiras de trabalho

Greve na Saúde também afeta atendimento em postos e hospitais de Porto Alegre

Servidores do Ministério do Trabalho e Emprego, que já paralisaram as atividades no Estado em duas segundas-feiras consecutivas, decidiram em assembleia realizar uma terceira paralisação nesta quarta-feira. Em Porto Alegre, não há atendimento ao público na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego e a emissão das carteiras de trabalho está suspensa, assim como encaminhamento de seguro-desemprego; recebimento de denúncias contra empregadores e serviços administrativos; protocolo; e fiscalizações externas.

O movimento garante adesão de 80% dos 360 servidores da área, principalmente em Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande, conforme o Sindicato dos Trabalhadores Federais da Saúde, Trabalho e Previdência do Rio Grande do Sul (Sindisprev-RS).

E a greve dos servidores federais da Saúde, deflagrada há uma semana no Estado, também prossegue. Conforme o Sindisprev, 70% dos cerca de 600 trabalhadores já aderiram ao movimento. Em Porto Alegre, o atendimento é prejudicado no Hospital Presidente Vargas e no Hospital de Clínicas, além das Unidades Básicas de Saúde da Vila dos Comerciários, Vila Cruzeiro, Camaquã, IAPI e Santa Marta.

A categoria pede aumento de 22,08%, equiparação com as tabelas da carreira do Seguro Social, garantia de 30 horas de trabalho semanais para todos os profissionais, entre outras demandas.

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