O protesto, convocado pelas redes sociais, também critica o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza no Rio de Janeiro e a militarização da polícia. A caminhada começou por volta das 18h30min e, ao longo percurso, aconteceram casos de violência e vandalismo. Manifestantes, com os rostos cobertos, depredaram lojas e agências bancárias na avenida Rebouças. Um alambrado de um ponto de ônibus também foi destruído. Foram usadas marretas e pedras nos ataques. Muros e prédios foram pichados por alguns manifestantes.
Policiais detiveram alguns manifestantes considerados suspeitos de atos de vandalismo. Várias pessoas foram revistadas e tiveram os objetos avaliados pelos policiais. Em geral, os suspeitos têm os rostos cobertos por máscaras ou camisetas. O Batalhão de Choque reagiu com bombas de efeito moral aos ataques. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros acompanham o movimento com homens a pé, em carros e motocicletas. Nas ruas, os pedestres e os motoristas tentam escapar da confusão buscando vias alternativas.
Prevendo momentos de tensão, como os registrados no último dia 26, a Secretaria de Segurança de São Paulo divulgou nota no começo da tarde informando que estava disposta a adotar as medidas necessárias para conter a violência e evitar atos de vandalismo.