Com cartazes como do "Papa eu abro mão, quero mais dinheiro para saúde e educação", os manifestantes protestaram contra gastos públicos com a vinda de Francisco ao país. O protesto reúne diversos grupos e faz várias reivindiações. Estão presentes estudantes, integrantes do movimento LGBT (lésbica, gay, bissexual, travesti e transexual) e pessoas com bandeiras de partidos políticos. Policiais do batalhão de choque e da Força Nacional de Segurança acompanham os protestos para manter a segurança.
O protesto também faz pressão nas imediações do Palácio Guanabara, contra o governador Sérgio Cabral (PMDB). Os ativistas queriam seguir até a frente do imóvel, mas um cordão de isolamento feito por policiais militares obrigou o grupo a parar na esquina da rua Pinheiro Machado com a Travessa Pinto da Rocha, em frente à sede do Fluminense. Cerca de 1,5 mil policiais atuam na segurança do ato. Um caveirão e um caminhão de água estão posicionados atrás da fila de PMs. Apesar da tensão, por enquanto não foi registrado nenhum incidente.