Conforme a parlamentar, a bancada entrou com o pedido na 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital contra o município, representado pelo prefeito José Fortunati, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), cujo presidente é Vanderlei Capelari, e Conselho Municipal de Transporte Urbano (Comtu), presidido por Jaires da Silva Maciel.
Os motivos, segundo ela, são o reajuste, falta de licitação há mais de 20 anos para o transporte público, além do estudo do Ministério Público de Contas (MPC) que revelou que o cálculo utilizado para o aumento considerou a frota inoperante e sugeriu que a tarifa fosse de R$ 2,60. “O cálculo é errôneo, abusivo e superfaturado. Queremos a anulação do aumento tarifário e que o valor permaneça em R$ 2,85”, esclarece.
Para Melchiona, em razão da ilegalidade no aumento, o pedido deve chegar a mesa do juiz nesta quinta-feira e deve ser julgado em breve. A vereadora lembrou que a população está insatisfeita com o aumento, já saiu às ruas para protestar e seguirá fazendo protesto até que o valor da passagem seja revisto.
Uma nova manifestação está programada para esta quinta-feira, em frente à prefeitura. Na segunda-feira, o encontro reuniu mais de quatro mil pessoas contrárias ao reajuste. “Quinta vai ser maior”, postou Fernanda em seu Twitter.