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PSol reitera mobilização contra reajuste e marca protesto para segunda

Luciana Genro disse que houve falta de transparência no aumento da passagem em Porto Alegre

PSol reitera mobilização contra reajuste e marca protesto para segunda
PSol reitera mobilização contra reajuste e marca protesto para segunda Foto : Mauren Xavier / Especial / CP
Lideranças do PSol, responsáveis por protocolar a ação que gerou a suspensão do aumento tarifário no transporte público de Porto Alegre, concederam nesta quinta-feira uma entrevista coletiva e afirmaram que a mobilização contra o reajuste continua e um protesto está marcado para a próxima segunda-feira.

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A pré-candidata à Prefeitura de Porto Alegre, Luciana Genro, afirmou que a licitação não pode sobrepor a legislação municipal, que prevê a análise do Conselho Municipal de Transporte Urbano (Comtu) antes da efetivação do reajuste da passagem. Ela alegou que houve falta de transparência e lembrou que em 2013 as empresas cobraram durante 12 dias o preço reajustado e depois não devolveram a diferença após a redução do valor.

O PSol questionou a manifestação da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), que afirmou não ter tempo hábil para mudar a passagem de R$ 3,75 para R$ 3,25. O partido quer ainda a saída do diretor-presidente Vanderlei Cappellari.

Prefeitura tenta recurso, mas Justiça nega

No final da tarde dessa quarta, a Justiça acatou o pedido do PSol, que via uma ação cautelar, solicitou a suspensão do aumento tarifário. Na decisão, foi manifestado o entendimento de que houve erro em reajustar o valor sem ter sido analisado pelo Comtu.

De acordo com informações da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), no final da noite de ontem, a Prefeitura entrou com recurso para evitar a redução da tarifa, alegando não haver qualquer tipo de ilegalidade nos trâmites realizados, mas teve seu pedido negado na madrugada.