Pedro Ruas propôs uma ação civil pública junto ao Ministério Público alegando que, se o transporte coletivo está operando de forma ilegal, o reajuste também é ilegal. A ação foi aceita pelo Procurador-Geral do Estado, Eduardo de Lima Veiga, que deu encaminhamento ao trâmite no MP. A expectativa é que a resposta seja dada já na próxima semana.
O PSol também vai entrar com uma ação civil pública na Justiça comum na próxima semana para cancelar o reajuste, que foi de 10,02%. As passagens passaram de R$ 2,45, para R$ 2,70. A Associação dos Transportadores de Passageiros (ATP) ainda não se manifestou sobre o assunto porque ainda não há decisão judicial.