Apesar de já terem sido observadas outras na área do Atlântico Sul que não receberam nome, Arani é apenas a terceira tempestade a ser nomeada na região. Outros dois episódios foram o Catarina, que se transformou depois em furacão em 2004 antes de atingir os litorais gaúcho e catarinense, e Anita, ciclone que avançou para a costa do Rio Grande do Sul em março de 2010, mas sem atingir o continente.
Arani segue se afastando do continente e não oferece risco para a população, exceto para rotas de navios e aviões no litoral.
No fim da tarde, a tempestade começava a esboçar a formação de um olho, mas ainda não havia adquirido a condição de furacão. A tendência é que, ao passar por águas mais frias, o sistema vire subtropical e posteriormente extratropical.