A Emergência conta com nove leitos e o fluxo de pacientes é bem acentuado. Pela manhã, com a reabertura, o movimento apresentou crescimento já nas primeiras horas. A escolha da data de interrupção do atendimento teve como base a queda tradicional na procura dos serviços. A ala foi fechada às 20h do dia 7 de fevereiro, véspera do feriadão de Carnaval. Durante este período, a Emergência do Sistema Único de Saúde (SUS) permaneceu com os serviços normais. Amantéa ressaltou que nesta época do ano há um decréscimo no número de atendimentos, em alguns casos até sobrando leitos.
A maior movimentação na Emergência ocorre no período do inverno em função das doenças respiratórias, mais comuns nas crianças. As obras foram necessárias para cumprimento de obrigações relacionadas às certificações internacionais que o hospital têm. Além disso, no ano passado houve um problema no sistema de ar-condicionado, o que aumentou a urgência nos reparos. “A ideia é garantir as melhores condições de atendimento aos pacientes, com segurança”, assinalou.