Segundo o diretor-presidente do Sintáxi, Luiz Nozari, a bandeira 1, que hoje é de R$ 2,11 pode chegar em torno de R$ 2,26, e a bandeirada inicial, que é de R$ 4,22, por volta de R$ 4,50, dependendo do cáculo e das análises que a EPTC desenvolverá. “É um reajuste anual e que não causará problemas ou diminuição da procura pelo serviço”, comentou Nozari. Se aprovado o reajuste, haverá mudanças também nas demais tarifas do sistema de táxis, como hora parada, sacola de supermercado, volume de mão e mala, grandes volumes e animais de estimação de pequeno é médio porte. Volumes de mão e mala, de acordo com a Lei Municipal, são os objetos com dimensões de até 115 centímetros, somadas a largura, o comprimento e a altura (volumes de mão), e com dimensões de até 172 centímetros (mala).
No entanto, o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, explicou que só será possível definir o aumento exato após as análises feitas pela coordenação de tarifa e, logo após, pelo setor jurídico da EPTC. “Primeiro precisamos calcular e analisar, mas a probabilidade é de que no final de abril já tenhamos um resultado”, explicou Cappellari.
Após a aprovação do reajuste, que é feita, em etapa final, pelo Prefeito, cada veículo receberá duas tabelas, sendo que uma será fixada no vidro lateral do veículo, visível para o usuário, e a outra é de uso do motorista. O valor de cada corrida será obtido através da relação entre o valor apresentado no taxímetro com seu respectivo correspondente na tabela. O serviço de táxi da Capital é um dos mais baratos, comparados as cidades-sede da Copa do Mundo.