Segundo Custódio, após a primeira etapa de realização de obras que possibilitarão a reabertura das partes não afetadas pelo incêndio, o foco estará na restauração do patrimônio histórico cultural. Cerca de 80% dos trabalhadores já terão retornado ao Mercado neste período. Ele disse que, para viabilizar o funcionamento do Mercado, falta só executar uma proteção, com redes e tapumes, para impedir a queda de materiais sobre o térreo.
O arquiteto destacou que, pelo fato de o Mercado se tratar de um monumento de importância inquestionável para a cidade, a recuperação assume significado sobretudo cultural. O Compahc se reúne na segunda com o intuito de embasar as decisões a serem tomadas quanto à contratação das empresas que vão executar as obras necessárias para a restauração do Mercado.
Além dos conselheiros do Compahc, também participaram da visita a superintendente substituta do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) Ana Maria Beltrami, e o diretor do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado Eduardo Hahn.