No total, das 348 pessoas interpeladas pela polícia de Toronto, 108 são canadenses, 76 americanos e outros 164 de países como África do Sul, Argentina, Austrália, Brasil, Espanha, Grécia, Irlanda, Japão, Noruega e Suécia. A investigação iniciada em 2010 possibilitou a prisão de um residente de Toronto, apresentado como o cérebro da rede.
A inspetora Joanna Beaven-Desjardins explicou que em outubro de 2010 o seu serviço de luta contra a exploração sexual das crianças tinha “entrado em contato com um homem que partilhava na internet imagens de crianças vítimas de abusos sexuais”. No total, 386 vítimas menores foram “retiradas da exploração”, declarou o inspetor adjunto Gerald O’Farell.