Liliane sustenta que a Prefeitura não dispõe de corpo técnico para avaliar o que foi apurado pelo Ministério Público. O parecer contábil elaborado pela Divisão de Assessoramento Técnico do MP demonstrou que o Consórcio Transporte Coletivo que opera em Bagé apresentou orçamentos para a aquisição de pneus com valores superfaturados em relação a outras cidades.
Também foi apontado que o salário de fiscal lançado na planilha apresentada pelo consórcio e homologada pelo Município é o mesmo de motorista, quando, na verdade, é quase 20% menor, onerando o valor final da tarifa.