A situação reflete a restrição no atendimento da emergência do Hospital Conceição – a maior do Rio Grande do Sul –, desde a sexta-feira passada. Em razão de obras, durante um mês serão atendidos somente casos graves, com risco de vida.
Com a capacidade completamente esgotada, a ala do HCPA está dando prioridade a pacientes muito graves, que apresentam risco de vida. Para casos mais simples, não há previsão do tempo de espera para o atendimento. Diante disto, a administração do hospital solicita a colaboração da população para que, nestes casos, procure pronto-atendimento ou postos de saúde de suas cidades.
A restrição na emergência do Conceição também levou centenas de pacientes a procurar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da zona Norte, onde o tempo de espera passou de cinco horas na sexta-feira. Nesta terça-feira o secretário municipal de Saúde, Carlos Henrique Casartelli, se reúne com a direção do Conceição para buscar uma solução ao problema de fluxo enfrentado na unidade.
O que a emergência atende:
- Dor no peito / infarto
- Derrame cerebral
- Dor abdominal com febre
- Hemorragia digestiva
- Falta de ar aguda
- Neoplasias (pacientes com câncer atendidos no HCPA que sofrem intercorrências).
- Perda de consciência.
- Alteração de sinais vitais (pressão excessivamente alta ou baixa e batimentos cardíacos alterados).
* Com informações da repórter Camila Kila/Rádio Guaíba