Regionalmente, a taxa de desocupação teve variação estatisticamente significativa apenas na Região Metropolitana de Salvador, onde sofreu redução de 1,4 ponto percentual frente ao mês anterior. Na análise anual, foram registrados declínios em Recife (1,7 p.p.), em Belo Horizonte (1,5 p.p.) em São Paulo (2,4 p.p.) e em Porto Alegre (1,3 p.p.). Em Salvador e no Rio de Janeiro não houve variação.
A taxa de desemprego do País caiu 0,5 ponto percentual frente a agosto e 1,5 ponto percentual em relação a setembro de 2009 (7,7%). A média de janeiro a setembro da taxa de desocupação, foi estimada em 7,1%, com redução de 1,3 ponto percentual em relação a igual período do ano passado (8,4%).
A população ocupada (22,3 milhões de pessoas) cresceu 0,7% em relação a agosto e 3,5% em relação a setembro de 2010. A população desocupada (1,5 milhão) caiu 7,5% em relação a agosto e 17,7% no ano.
O número de trabalhadores com carteira assinada (10,3 milhões) ficou estável no mês e cresceu 8,6% no ano. O rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.499,00) subiu 1,3% na comparação mensal e 6,2% no ano. A massa de rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 33,8 bilhões em setembro de 2010), cresceu 2,1% no mês e 10,1% em relação a setembro de 2009. A massa de rendimento médio real efetivo dos ocupados (R$ 33,5 bilhões em agosto de 2010) aumentou 2,6% no mês e 10.5% no ano. O rendimento domiciliar per capita (R$ 999,35) cresceu 2,3% em relação a agosto último e 8,8% no ano.
Rendimento
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores, apurado em setembro de 2010 em R$ 1.499,00, no conjunto das seis regiões, apresentou acréscimo de 1,3% na comparação mensal. Frente a setembro do ano passado, o poder de compra do rendimento médio de trabalho dos ocupados aumentou 6,2%.
Na análise regional, em relação a agosto, apresentou aumento em todas as regiões investigadas: em Recife (1,9%), Salvador (1,2%), Belo Horizonte (1,7%), Rio de Janeiro (2,7%), São Paulo (0,4%) e Porto Alegre (1,3%). Frente a setembro de 2009, igualmente, todas as regiões tiveram alta: Recife (13,5%), Salvador (5,9%), Belo Horizonte (11,4%), Rio de Janeiro (8,8%), São Paulo (3,1%) e Porto Alegre (7,5%).