Nesta segunda, um guincho conseguiu retirar o cavalinho do caminhão, mas a carreta-tanque permanece na água, em função do peso e do risco de vazamento do resto da carga de biodiesel. A carreta-tanque tombou levando 35 mil litros de biodiesel. No domingo, a empresa responsável pela carga executou o transbordo do combustível para outro caminhão, mas três mil litros ainda ficaram no fundo do tanque.
Com isso, técnicos da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), que acompanhavam a operação de remoção, orientaram a empresa a usar um guincho de maior porte para evitar que o tanque tenha que ser arrastado, com risco de rompimento do casco.
No acidente, a carreta Volvo bateu em dois veículos antes de cair no riacho. Apenas o motorista do caminhão, Benedito Ribeiro Pedroso, de 40 anos, ficou ferido, mas sem gravidade. Ele foi medicado e já foi liberado. Houve vazamento apenas do combustível do tanque do caminhão, mas segundo o engenheiro químico da Fepam, Renato das Chagas e Silva, os danos ao meio ambiente foram mínimos.