De acordo com ele, a ideia é estimular as cidades a fortalecerem ações de prevenção que possam ser utilizadas para evitar novos casos como os verificados neste ano. Até agora cerca de 1,5 mil pessoas seguem fora de casa no Rio Grande do Sul, sendo que a maior parte desse total está em Uruguaiana, Itaqui e São Borja. Os R$ 14 milhões destinados à reconstrução e custeio de aluguel social estão nos cofres do Estado, bastando agora que os responsáveis por adquirir os serviços emergenciais respeitem as questões legais para o gasto desse recurso. No total, 690 famílias serão beneficiadas pelo aluguel social, num orçamento total de R$ 3 milhões. Os outros R$ 11 milhões são para uso exclusivo em obras e serviços considerados essenciais para o restabelecimento das cidades atingidas pela chuva.
Reunião busca estimular prevenção para enfrentar intempéries na Fronteira Oeste
Após perdas de julho, Defesa Civil foca em ações de prevenção para evitar que prejuízos se repitam
Uma reunião entre diferentes órgãos públicos realizada na última segunda-feira em Uruguaiana marcou o começo de buscas por alternativas para estimular a prevenção e a preparação para o enfrentamento de intempéries no Rio Grande do Sul. Depois de ser afetada pelas chuvas que atingiram o Estado no final de junho e durante as primeiras semanas de julho, a Defesa Civil em parceria com diferentes entidades promoveu uma reunião com prefeitos da região da Fronteira Oeste para debater e estimular técnicas de prevenção. De acordo com o capitão Gerson Mello, coordenador regional da Defesa Civil, são cinco os passos básicos que o órgão desenvolve, sendo que o primeiro – a prevenção – custa sete vezes menos que o último – a recuperação.
De acordo com ele, a ideia é estimular as cidades a fortalecerem ações de prevenção que possam ser utilizadas para evitar novos casos como os verificados neste ano. Até agora cerca de 1,5 mil pessoas seguem fora de casa no Rio Grande do Sul, sendo que a maior parte desse total está em Uruguaiana, Itaqui e São Borja. Os R$ 14 milhões destinados à reconstrução e custeio de aluguel social estão nos cofres do Estado, bastando agora que os responsáveis por adquirir os serviços emergenciais respeitem as questões legais para o gasto desse recurso. No total, 690 famílias serão beneficiadas pelo aluguel social, num orçamento total de R$ 3 milhões. Os outros R$ 11 milhões são para uso exclusivo em obras e serviços considerados essenciais para o restabelecimento das cidades atingidas pela chuva.
De acordo com ele, a ideia é estimular as cidades a fortalecerem ações de prevenção que possam ser utilizadas para evitar novos casos como os verificados neste ano. Até agora cerca de 1,5 mil pessoas seguem fora de casa no Rio Grande do Sul, sendo que a maior parte desse total está em Uruguaiana, Itaqui e São Borja. Os R$ 14 milhões destinados à reconstrução e custeio de aluguel social estão nos cofres do Estado, bastando agora que os responsáveis por adquirir os serviços emergenciais respeitem as questões legais para o gasto desse recurso. No total, 690 famílias serão beneficiadas pelo aluguel social, num orçamento total de R$ 3 milhões. Os outros R$ 11 milhões são para uso exclusivo em obras e serviços considerados essenciais para o restabelecimento das cidades atingidas pela chuva.