Mesmo receosa ao fazer um panorama, Maria Luiza projeta que a falta de diálogo possa interferir no resultado da consulta, que vai ser aplicada ao longo de dois dias, já a partir desta terça. Os professores exigem a reestruturação da carreira, protestando contra a falta de infraestrutura nas universidades.
“Considero um desrespeito à categoria. Sobretudo numa crise onde todos os professores estão pensando em aderir ao movimento de paralisação por conta de uma atitude surda do governo”, frisou. Conforme a presidente, caso não se confirme a paralisação na consulta de 48 horas, a tendência é de que a categoria aguarde o fim do prazo de negociação com o Ministério da Educação, em 2 de julho.