"O ministro já apurou nossas solicitações e as ações compartilhadas de recuperação ficarão, agora, centralizadas na Casa Militar e na Defesa Civil do Estado", explica Branco. Recursos do governo federal devem ser usados para recuperar casas e pontes e o Estado fica responsável pelo conserto de estradas vicinais, pagamento do chamado 'aluguel social' (para famílias que tiveram a residência destruída), ampliação do limite da tomada de crédito para micro e pequenas empresas, prorrogação de prazos de financiamento e auxílio na reconstrução da rede de energia elétrica no meio rural. Em verba estadual, devem ser liberados cerca de R$ 8 milhões, estimou Branco nessa terça-feira.
Para Erebango, o Ministério garantiu o repasse de R$ 1,219 milhão. Para Tapejara, a liberação emergencial, no prazo de 10 dias, é de R$ 700 mil para compra de telhas aos atingidos. O governo ainda examina a liberação de uma verba maior para atender às 756 famílias que tiveram residências atingidas total ou parcialmente. Um ginásio, instituições públicas e a cobertura da Escola Municipal Catarina Desbastiani também tiveram prejuízo, em um total estimado em R$ 9,3 milhões.