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Reunião entre Sinepe e Sinpro termina sem reajuste para professoes particulares

Docentes cobram 9% e sindicato aceita conceder 6,36% de aumento

Docentes cobram 9% e sindicato aceita conceder 6,36% de aumento
Docentes cobram 9% e sindicato aceita conceder 6,36% de aumento Foto : Paulo Nunes
A quinta reunião entre o Sindicato do Ensino Privado (Sinepe/RS) e dos professores da rede particular (Sinpro/RS) sobre o reajuste salarial da categoria, realizada nesta terça-feira, terminou sem avanço. Enquanto os docentes cobram 9%, a entidade patronal aceita conceder 6,36%, o que corresponde à inflação dos últimos 12 meses. O encontro, na sede do Sinepe/RS, em Porto Alegre, foi marcado por uma manifestação do Sinpro/RS. Do lado de fora, na avenida Borges de Medeiros, sindicalistas protestaram com faixas contra a posição dos empregadores.

A negociação será retomada na próxima terça-feira. “Nossa expectativa é de que possamos superar esse impasse na medida em que os empregadores admitirem a concessão do aumento real”, disse um dos diretores Sinpro/RS, Amarildo Cenci. De acordo com ele, caso o próximo encontro termine sem avanços, a mobilização deverá ser ampliada.

“Não descartamos nenhuma hipótese, especialmente porque até o momento não ouvimos nenhuma proposta objetiva (do Sinepe/RS) que atenda à demanda da categoria”, ressaltou. Entre as alternativas citadas por ele, estão a intermediação de órgãos como a Assembleia Legislativa, o Ministério Público do Trabalho e o Ministério da Educação.

O presidente do Sinepe/RS, Osvino Toillier, disse que o próximo encontro poderá ter mudanças. “Vamos ter uma reunião na terça-feira de manhã (entre o grupo de negociadores) para tentar conceber uma proposta a partir do que se teve até agora. De repente, algo diferente”, afirmou. “Tenho uma expectativa de que possamos evoluir no processo de forma concreta”, acrescentou. Uma assembleia com as instituições, marcada para a próxima semana, foi adiada para o dia 19.

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