Ao todo, 500 servidores deverão ser desligados após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) determinando a saída de todos os trabalhadores terceirizados dos serviços de saúde no Estado. A categoria está em greve desde o dia 24 de fevereiro, por tempo indeterminado.
Casartelli disse que 142 profissionais estão sendo contratados e 187 foram chamados no mês passado para atender à demanda. Ainda assim, ele afirma que haverá diminuição de leitos. Algumas áreas consideradas prioritárias, como obstetrícia, continuarão sendo atendidas completamente, conforme o secretário.
“A questão é que os servidores não são do município de Porto Alegre. Eles são contratados pela Fugast através de um convênio com o Estado. A palava final tem que ser do Estado, se permite que esses servidores continuem num período maior do que o estava previsto. Nós calculamos que o ideal seria de 90 a 120 dias. Se o Estado concordar com isso, nós teremos um situação melhor de transição e de qualificação dos servidores que estão entrando”, disse Casartelli.