O levantamento da quantidade de telhas necessárias para os atingidos refazerem seus telhados já foi concluído, objetivando a aquisição do material e entrega às famílias que precisavam. Segundo o Comitê Municipal de Defesa Civil, uma pessoa precisou ser levada a um posto de Saúde para atendimento médico, mas por ter ficado muito nervosa devido ao trauma produzido pela ocorrência.
No bairro São Miguel, a água da chuva concentrada nos leitos de diversas ruas invadiu vários pátios e imóveis. Um deles foi a residência de Juvêncio Becker de Quadros, morador da rua Teixeira de Freitas. Ele reclamou que o alagamento da via é consequência de uma obra da Prefeitura, que começou há cinco meses e não foi concluída. A obra é para calçamento, mas quando chegou na quadra em que ele mora, em janeiro, foram colocados canos subterrâneos para sistema de escoamento pluvial, mas o trabalho não foi terminado e as valetas foram fechadas. Assim, quando chove não há escoamento e a rua é inundada.
A lancheria de Iraci da Costa e Silva, 59 anos, situada na rua Bernardo Taveira, também foi inundada. Ele e a esposa, Rosimeri Costa das Neves, também reclamam que obra da Prefeitura na Teixeira de Freitas, o descarte de lixo nas valetas e bocas de lobo fechadas são as causas dos alagamentos. Sobre a obra na Teixeira de Freitas, o secretário de Município de Infraestrutura, Cleide Rodrigues, falou que será recomeçada e solucionará esse problema do escoamento.