Segundo ele, assim, já haveria uma definição da assembleia geral, marcada para a noite de segunda-feira. “Queremos voltar 100%, mas precisamos esperar o resultado da assembleia”, enfatizou. O movimento também recebeu o reforço de integrantes de sindicatos de outros estados, como Brasília e Pernambuco. Na sexta-feira passada, a Justiça aceitou pedido do Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre para que PMs pudessem desobstruir as entradas de garagens das empresas, permitindo a saída daqueles trabalhadores que queiram trabalhar.
Com movimentação de pessoas reduzida em Porto Alegre, o sábado foi relativamente tranquilo. O número de lotações, vans escolares e transporte alternativo circulando era bem inferior aos demais dias. Mesmo assim, era possível encontrar pessoas à espera de algum tipo de transporte. “Estou tentando ir para o Centro para pegar as contas, já que os Correios também estão de greve, e tentar pagá-las, mas está bem difícil”, afirmou a moradora da vila Cruzeiro, Lilian Costa, que estava com a filha Larissa, esperando algum meio de transporte.
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