Diversas reivindicações da categoria foram contempladas no acordo proposta pela desembargadora que mediou a negociação. Entre elas, está o pagamento dos salários no dia 11 de julho, quando houve greve geral no País, e a realização de uma nova eleição para o Sindicato dos Rodoviários.
Funcionários das duas empresas de ônibus pararam as atividades desde a manhã desta quinta. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) estima que cerca de 35% dos usuários de coletivos da Capital foram afetados pela mobilização dos rodoviários. “Isso causa um grande prejuízo para a população que precisa do transporte pra ir para os seus compromissos”, disse o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, em entrevista à Rádio Guaíba.
Dos 118 ônibus da Carris, cerca de 20 circulam pelas ruas e atendem as linhas T1, T3, T4 e C2. Três coletivos coletivos da Nortran que haviam deixado a garagem da empresa foram obrigados a retornar para o estacionamento da companhia. Por volta das 7h, um motorista tentava sair pelo portão da estatal, mas desceu para se juntar aos colegas manifestantes.