Segundo o presidente da Stetpoa, Júlio Gamaliel, os atos realizados na manhã de quarta-feira e na tarde de quinta-feira foram suficientes para alertar as empresas sobre a força do movimento. A ação gerou transtornos à população, com a formação de enormes filas nos principais corredores da cidade, em especial, nas avenidas Farrapos, Protásio Alves, Osvaldo Aranha e João Pessoa.
O impasse na negociação salarial entre a categoria e as empresas se dá no índice de reajuste. Enquanto os profissionais pedem aumento de 14%, as empresas querem conceder apenas a inflação. Desde o início da negociação, a categoria já conseguiu algumas vitórias, como a garantia das empresas em avaliar cláusulas do acordo coletivo e a manutenção do plano de saúde, que integrava a pauta de reivindicações.
O presidente do Stetpoa explicou que se não houver avanços na negociação, uma nova operação-padrão poderá ser realizada, assim como a deflagração da greve. Se houver paralisação, a categoria promete que a população será informada com 72 horas de antecedência. Segundo a Seopa a reunião garantirá um segmento na negociação.